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Vamos falar sobre diversidade?

Você já deve ter ouvido em sua empresa que estão fazendo alguma campanha...

Você já deve ter ouvido em sua empresa que estão fazendo alguma campanha, cujo tema é “Diversidade”, não? Em algumas companhias, estão estruturando departamentos exclusivos para tratar desse tema, inclusive.

Assunto muito em voga atualmente, a diversidade vem sendo altamente difundida para garantir que todos tenham iguais oportunidades, e para que, qualquer tipo de diferença, seja aceita e incluída.

Ainda, fala-se muito em diversidade com referência a pessoas com algum tipo de deficiência, ou quando trata-se da condição da mulher profissional, ou ainda quando o tema é raça, etnia ou até mesmo condição sexual. Tocar nesses assuntos com o intuito de tratar os iguais como iguais, mas também colocar luz nos “diferentes”, é fundamental, visto que já estamos no século XXI e já é passada a hora de entender que a capacidade de alguém nada tem a ver com qualquer questão de ordem externa ou de condição social. 

Vale lembrar que a lista das chamadas “diversidades” não se esgota nela mesma. Temos que entender como diversidade tudo aquilo em que, num determinado ambiente – torna-se minoria. Ex. bem simples: numa loja de joias femininas, a diversidade não é a mulher – como na maioria das grandes empresas – e sim o homem, pois é mais difícil ver um homem lidando com joias femininas.

Mas apesar de estarmos caminhando – ainda a passos bem vagarosos – rumo à inclusão dos que estão sob alguma condição dita acima, temos outros tipos de diversidades que também precisamos falar sobre: a diversidade de ideia e de formação acadêmica.

Em muitas companhias, ainda se exige que candidatos a vagas de emprego tenham formação em A, B ou C Universidades, pois caso contrário, não são nem considerados para o processo seletivo. Ainda, uma pessoa que tenha repertório de vida muito peculiar e pode apresentar ideias muito diferentes em um determinado ambiente, também não é considerado num processo seletivo. O que ocorre é que, muito tem-se a ganhar quando diferentes perfis são colocados em um mesmo projeto / atividade. Um estudo que considerou dois times – um só com profissionais com perfis bem parecidos, mas todos de alta performance -, e outro com profissionais muito diferentes em diversos aspectos – demonstrou que este último time, o time da “diversidade”, teve um desempenho muito melhor e apresentou o melhor projeto com as ideias mais criativas. Isso porque no grupo dos perfis iguais com alta performance, a preocupação dos profissionais era muito mais em assumir a liderança e competir internamente. Já o segundo grupo tinha como objetivo único e compartilhado chegar no resultado, então instituíram um verdadeiro clima colaborativo!

Podemos entender então que a diversidade, de qualquer ordem ou natureza, propicia a criatividade e o clima de colaboração -  o que só beneficia a todos os envolvidos.

Incluir o diferente significa se abrir para o novo, conhecer novas histórias, novos pontos de vista e, consequentemente, se tornar alguém muito mais rico em experiências e repertório!

Boa sorte!