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Habilidade de Empatia no ambiente de trabalho – uma competência fundamental!

Nos tempos atuais, em meio a tantos avanços tecnológicos...

Nos tempos atuais, em meio a tantos avanços tecnológicos e maquinas tomando o lugar de pessoas no mercado de trabalho, as empresas estão focando cada vez mais na busca de profissionais que venham com um ingrediente que vai para além dos conhecimentos e experiências técnicas e da postura alinhada aos valores da companhia: e esse ingrediente se chama “empatia”.

A empatia, por definição do dicionário Michaellis, é:

“em·pa·ti·a

1 Habilidade de imaginar-se no lugar de outra pessoa. 

2 Compreensão dos sentimentos, desejos, ideias e ações de outrem. 

3 Qualquer ato de envolvimento emocional em relação a uma pessoa, a um grupo e a uma cultura. 

4 Capacidade de interpretar padrões não verbais de comunicação. 

5 Sentimento que objetos externos provocam em uma pessoa.”

Assim sendo, em resumo, estamos falando da competência de se colocar no lugar do outro e entender o impacto das próprias ações, ou ainda, de acontecimentos, na vida de outro profissional, ou no funcionamento de outras áreas da organização.

Isto porque, estamos passando por um momento em que, trabalhos mais táticos ou operacionais estão cada vez mais sendo desempenhado por máquinas ou por inteligência artificial, o que proporciona que muitos processos de uma companhia sejam automatizados ou robotizados. Assim sendo, o profissional deverá focar cada vez mais em exercer competências que as máquinas ainda não são capazes de entregar. E a empatia, especificamente, é uma habilidade que vem se tornando cada vez mais importante no meio profissional. 

Em qualquer relação humana, a empatia é algo que geralmente está presente – ou pelo menos, deveria estar. Porém no ambiente profissional, ainda em alguns contextos, colaboradores tendem a apresentar esta dificuldade de compreender alguma coisa do ponto de vista de outrem, justamente porque alguns profissionais ainda insistem em manter-se afastado das próprias emoções para atuar profissionalmente como se estivessem em uma produção em série. E aí que está a questão: essa parte do trabalho já está sendo endereçada por máquinas e robots.

Diante disso, é de suma importância, para garantia da própria sobrevivência no mercado de trabalho, que o profissional exerça esse fator humano, que nada mais é do que a habilidade que ainda somente pode ser exercida por pessoas, ou seja, essa competência de se colocar no lugar de alguém e entender os impactos de algum acontecimento sob a perspectiva alheia. Aí sim, você agregará um importante valor para a sua organização.

Boa sorte!

Juliana Ventura